domingo, 6 de dezembro de 2009

APRESENTANDO...

PUSSY PURPURINA!!!!

Nome artístico da cantora, apresentadora infantil e agitadora cultural Wanderleide Cícera Aparecida Bernardo. Nascida aproximadamente na década de 1960 - seus documentos são guardados a sete chaves num banco em Fort Lauderdale -, teve uma infância modesta no bairro de Parelheiros, Zona Sul de São Paulo.

Biógrafos não-autorizados afirmam que foi abandonada em uma caixa de papelão em frente ao mosteiro de São Bento, mas, antes de ser recolhida pelos padres, que fabricavam seus bolos, foi levada por traficantes de crianças. Por ter uma aparência muito frágil, foi largada pelos marginais na região de Interlagos, onde uma família pouco favorecida se compadeceu e a levou para seu humilde lar, onde Wanderleide deu os primeiros passos ao lado de seus 23 irmãos.

Logo que completou 4 anos, ela começou a ajudar nas tarefas do lar. Sua função era limpar o banheiro - na época uma casinha de madeira separada do barraco - e dar banho nos 12 irmãos mais novos. Aos 6 anos começou a trabalhar. Pedia esmolas na linha vermelha do metrô e, mais tarde, passou a vender chicletes sem açúcar no Terminal João Dias.

Vítima de violência doméstica - ela apanhava do pai, da mãe, do vizinho e de índios de uma tribo próxima -, ao completar 13 anos, a menina resolveu sair de casa. Foi morar num abrigo para moças na Rua Augusta. De lá, conseguiu um intercâmbio cultural em Amsterdã, onde aprendeu seus dotes artísticos.

Aos 18, se mudou para Paris. Na Cidade Luz, começou a dançar em cabarés para turistas norte-africanos e russos. Numa de suas turnês pelo Velho Continente, conheceu seu primeiro padrinho no meio artístico, o magnata russo e rei da batata Vanya Cafetinov.

Durante a Guerra Fria, Wanderleide mudou de nome. Passou a se chamar Pussy Purple Rain. A alcunha veio de um show de vaudeville que ela apresentava em uma boate de Moscou, baseada na escola artaudiana de teatro da crueldade. Depois de comer meio quilo de beterrabas, ela urinava na boca dos senhores freqüentadores do local. O sucesso foi tanto que o nome Pussy Purple Rain ficou nos letreiros da Praça Vermelha até a queda do Muro de Berlim.

Famosa por atingir 5 oitavas e 8 dedos de dilatação, Pussy foi convidada para cantar na inauguração do novo bairro boêmio de Berlim, o Neuekühplatz. Arrasou cantando árias de Wagner apenas de tapa sexo num frio de menos 12 graus.

Numa dessas apresentações, estava na platéia o teuto-brasileiro Fritz von Bruske, que viajara à Alemanha em busca de novos talentos para seu canal ultra-conservador que seria inaugurado em São Paulo. Foi paixão à primeira vista! Pussy largou Cafetinov para se casar com Fritz.

Como Fritz não conseguiu a concessão para o canal, devido à ditadura ter acabado no Brasil e ele ser filiado ao Partido Nazista, os dois voltaram ao Brasil onde abriram lojas de produtos eróticos e uma rede de creches só para crianças arianas.

Com o advento da internet, Pussy, agora abrasileirada para Purpurina, convenceu seu marido Fritz a montar uma produtora de programas infantis. Morando em um condomínio em Miami, Pussy Purpurina vem ao Brasil somente para gravar sua atração. "Quero ter as crianças brasileiras mais pertinho de meu coração", diz a apresentadora, emocionada.

Apesar de ter se convertido à igreja Os Olhos Azuis de Jesus Cristo, ela não abre mão de trabalhos considerados polêmicos pelo grande público, tanto de Miami como do Brasil.

Já foi capa de diversas revistas masculinas, gravou vários CDs de funk e lançou vários produtos erótico-educativos para crianças.

Sempre cuidadosa com o corpo, Pussy é uma recordista de plásticas e procedimentos estéticos. Tudo isso aumentou depois do anúncio de seu tão aguardado Pussy Purpurina Show.

Entre seus sonhos: participar de um reality show, gavar um CD ao vivo num baile funk e posar nua por 1 milhão de reais para uma famosa revista masculina. Filhos? Por enquanto Fritz e Pussy querem se dedicar ao sonho de ampliar sua produtora e montar um canal de TV que resgate a moral e os bons costumes.

Uma frase preferida da superstar: "Sejam também vocês, através de sua arte, anunciantes e testemunhos de esperança para a humanidade", Joseph Ratzinger, o papa alemão.

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